sexta-feira, 20 de novembro de 2009

A comunicação E a Igreja


Por: Cláudio Rocha

O mundo das novas tecnologias da comunicação gira a uma velocidade realmente extraordinária. A incomensurável capacidade de comunicação de massa transformou o planeta num grão de areia. A Internet é a principal ferramenta dessa engenhosa maquina que encurta distâncias, favoreceu hábitos e costumes, contribuindo para a transmissão rápida do conhecimento. E não é só o conhecimento da informação, da cultura e do entretenimento. Breve, muito breve, todos os livros do mundo estarão sendo consultados on-line. O site de buscas Google já iniciou essa empreitada.

Tudo isso é para reafirmar a preocupação da Igreja Católica ao utilizar a moderna tecnologia da comunicação para a Evangelização. Há uma dezena de anos passados essa preocupação foi exposta no trabalho “Aetatis Novae”, do Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais, em que estão expostos objetivos e metas para que todos os pastores e o povo de Deus possam entender melhor e utilizar da melhor forma os mecanismos da moderna comunicação de massa, transformando até pequenas iniciativas em projetos concretos para levar a palavra de Deus a todos os povos do Universo.

Mas, é preciso analisar e compreender que não basta usá-la apenas para difundir a mensagem cristã e o Magistério da Igreja, mas é necessário integrar essa mensagem nessa nova cultura, utilizando-se de suas técnicas, de sua linguagem e de suas aplicações no campo psicológico, ou melhor, dizendo: criar e aplicar formas de evangelizar visando aproveitar todos os mecanismos das novas tecnologias a serviço da comunicação cristã.

O desafio de hoje é discutir e aprimorar esses novos conceitos da comunicação de massa e aplicá-los para servir a evangelização cristã. Hoje, esse papel deve ser desempenhado por todos - pastores e filhos de Deus – transmitindo a mensagem do Evangelho através dos meios mais eficazes para alcançar o maior numero de pessoas, seja pelo radio, TV, Internet e os meios impressos. Não só exercendo cada um o papel de “formiguinhas”, mas também contribuindo de um modo ou de outro para fortalecer a solidariedade, o respeito a todos os povos do mundo, através da educação cristã.

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