Coluna Mariana: Santa Maria mãe de Deus


dia primeiro de janeiro


O concílio de Éfeso, em 431, definiu que Maria é “Theotókos”, ou seja, a “Mãe de Deus”. A intenção do concílio era afirmar a unidade da pessoa de Cristo, pois reconhecer Maria mãe de Deus significa professar que Cristo, filho de Maria, segundo a geração humana é filho de Deus e Deus ele mesmo. Deus na expressão mãe de Deus, designa somente a pessoa do Filho. (...) Este foi o primeiro dogma proclamado oficialmente na Igreja (...). A maternidade de Maria constitui seu título mais glorioso; essa maternidade não interessa somente a ela, mas a todo o povo de Deus. Deus quer ser homem, isto é, deseja autocomunicar-se a um diferente de si mesmo. Maria é o meio escolhido por Deus para a encarnação de seu Filho. Os caminhos de Deus e da humanidade cruzam-se nela. O que valoriza a participação de Maria é a sua liberdade: livremente dá a Deus o seu “Sim”. Não se pode aceitar um Deus encarnado, sem aceitar Maria que lhe deu a carne humana.
Fonte: Com Maria, a mãe de Jesus.
Dom Murilo S.R. Krieger, scj – Paulinas. p. 115.








Consagração à Santíssima Virgem Maria

Eu te escolho hoje, ó Maria, na presença de toda a corte celeste, por minha mãe e minha rainha. Eu te entrego e consagro, com toda submissão e amor, meu corpo e minha alma, meus interiores e exteriores e, também, o valor de minhas boas ações passadas, presentes e futuras. Concedo-te inteiro e pleno direito de dispor de mim e de tudo o que me pertence sem exceção, segundo a tua boa vontade para maior glória de Deus.
                                                          Amém.

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