Amor não tem fim: A nossa ‘carreira’ vocacional


Escrito por: Anselmo Cabral / Isga Brasil

Em todas as escolhas que fazemos denunciamos a nossa vocação. É questionável dizermos que somos o que fazemos, mas quando escolhemos, livre e conscientemente, o caminho a seguir, qualquer coisa que venhamos a realizar nesse caminho é sempre uma manifestação da nossa vocação. Isso porque nos dispomos a realizar, com infinito e sempre renovado amor, todas as exigências que este caminho vocacional nos faz. Já não se trata de fazer as coisas como mero trabalho, mas de realizar a missão para a qual nos sentimos chamados por Deus.

É bonito quando pensamos em nossa “carreira vocacional”. São Paulo nos fala: “Combati o bom combate e guardei a fé”. O Divino Mestre nos fala da necessidade de acumularmos “tesouros no céu onde a traça não come e a ferrugem não destrói”. Entendemos assim que na carreira vocacional cada experiência, cada sim, cada passo nos faz chegar mais perto da meta: o Paraíso.

As nossas vocações, profissional e religiosa, se articulam de modo a se tornarem uma só. No universo da vida secular Jesus Mestre nos chama e nos espera como cooperadores para a realização de uma missão: a construção de seu reino. Para muitos, a carreira profissional é um meio para adquirir recursos materiais, e isto não é errado, quando feito com honestidade. Mas, para nós, a profissão é mais um meio, um meio importantíssimo, para realizarmos nossa missão de consagrados.

Falamos em carreira vocacional por acreditarmos que a vocação de cada pessoa está sempre relacionada com sua própria vida e que, por isso, os frutos de nossa vocação serão tanto mais abundantes quanto mais estivermos abertos para repetir diariamente o nosso sim, mediante nossos compromissos cristãos, profissionais e cidadãos.

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